segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Os Incas e a Avaliação






Em viagem ao Perú, estive no parque de Ollantaytambo, que está localizado na região de Cusco. Refleti sobre o processo avaliativo em relação ao cotidiano escolar (dá para observar no mapa que o relevo é montanhoso. Isto é melhor visualizado na fotografia que mostra o vale sagrado e sua pequena faixa de terra para plantio).



Os Incas cultivavam e caçavam para alimentação, mas o cultivo era essencial para a sobrevivência da população. No entanto, algo me chamou a atenção em conversa com nosso guia, pois os nichos de plantio já existiam antes da civilização Inca. Ou seja, quando ela surgiu já se plantava em nichos construídos nas montanhas.



Tal necessidade ficou evidente quando observei o espaço no vale, que não oferece faixas largas de terras para o plantio e aos poucos descobri outros fatores para o plantio nas diversas camadas das montanhas. Por exemplo, o tipo de solo, ar e temperatura que, unidos ao estudo, fornecem tipos diversificados de raízes, com variedades que chegam aos milhares de tipos.
Simplesmente genial. Mas, qual a relação deste fato com a avaliação no cotidiano escolar?



O guia cedeu a resposta no contexto de sua fala: “os Incas não criaram os nichos, quando eles chegaram a população da época já utilizava a técnica, mas eles estudaram (avaliaram) e sofisticaram o processo (melhoraram), com tipos de adubos, quantidade de irrigação e inclusive com tipos de terras diferentes. Enfim, aprenderam a aproveitar os benefícios dos alimentos que se adaptam melhor à diversidade das montanhas”.
Esta é a visão no cotidiano escolar, pois nosso estudo ao avaliar pode e deve contribuir para processos melhores, formando um ciclo incorporado à rotina.
Assim como as montanhas e os nichos, o processo educacional existe antes de nossa chegada, logo, eu não preciso aceitar que sempre foi assim, mas tenho obrigação de estudar (avaliar) para contribuir em ações de melhoria.
Por fim, recomendo este roteiro e desejo que suas reflexões cheguem a insights produtivos para a prática. Viajar também é avaliar, pois outras experiências culturais nos trazem pontos de fomentação sobre a qual estamos inseridos.


Leandro Wendel Martins

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Marketing para Instituições Educacionais: Posicionamento Estratégico



Marketing pode ser definido como a arte de descobrir os desejos dos consumidores para que os produtos os agradem satisfazendo, assim, os clientes da melhor maneira possível. Saindo da ultrapassada e simplista filosofia do “fazer e vender” e entrando na contemporânea era do “sentir e responder” ao cliente, o marketing passou a ser muito mais do que uma ferramenta de venda de produtos, mas a chave maior para o sucesso de empresas de quaisquer áreas de serviços e produtos. Sua importância na sobrevivência das empresas transformou-o em uma verdadeira ciência que deve ser aplicada com zelo e dedicação. Hoje, o trabalho de marketing exige um período de pesquisa intensa, coleta de dados específicos e precisos através de diversos instrumentos de pesquisa. E também estudos aprofundados do comportamento do consumidor, perscrutando desde sua raiz cultural, transpassando sua posição social, ocupação, títulos e status até sua personalidade e valores familiares. Dentro das instituições educacionais isto não deixa de ser realidade. Para que as instituições de ensino possam, mais do que sobreviver, mas se destacar dentro do mundo modernizado em constante desenvolvimento tecnológico, cultural e moral faz-se necessário que as administrações escolares passem a enxergar suas instituições como empresas dedicadas à venda de um serviço inestimável para toda a sociedade e invistam na divulgação do que há de melhor naquilo que podem oferecer. Desde uma estrutura atrativa aos alunos até a qualificação de seus professores e a superioridade de seu material e método de ensino, valorizando e engajando seus clientes, alunos, de forma diferenciada de suas concorrentes.

Marketing can be defined as the art of discovering deep desires of consumers, so that products come to be appreciated by them. Coming out of the old and simplest philosophy of “making and selling” and going into a new modern age of “feeling and responding” to the clients’ needs, marketing started to be much more than a simple tool of selling products, to become the key to companies’ success in all areas of products and services. Its importance in companies’ survival has turned it into a real science demanding thorough researches, and also accurate data collection about consumers’ behavior; going from cultural roots, through social position, occupation, achievements titles to status, personality traits and family values. In education institutes this is not different. In order to go above mere survival inside the market, education institutes must see themselves as companies dedicated to selling a priceless service to society and invest on themselves on what they can offer of their best, since an attractive building structure to the students to better qualified teachers and superiority of material and teaching method, engaging and estimating students in a distinctively different form than other schools.


Prof. João Artur Izzo

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Desejamos que o ano de 2015 seja repleto de realizações!

Desejamos a toda comunidade escolar da Editora Brasil Cultural um ano repleto de realizações, de paz, saúde e aquisição de novos conhecimentos.
Nossa equipe está feliz em poder contribuir um pouco mais para um mundo melhor, com uma coleção de livros escolares da Educação Infantil ao Ensino Fundamental novinha em folha, tão nova quanto o ano que se anuncia.
Foram dois anos de pesquisas e muitos profissionais envolvidos neste grande projeto que privilegia a concepção de uma formação integral e que prevê apoio para aulas ainda mais inspiradoras.
Agradecemos aos professores que participaram de nossas pesquisas de Focus Group, à Formato Comunicação e aos demais parceiros envolvidos no projeto.
Em breve, publicaremos mais notícias sobre o empreendimento e também levaremos informações detalhadas às redes de ensino e unidades escolares.

Equipe da Editora Brasil Cultural









segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Cultura e compras de natal no Embu das Artes - SP

Nossa equipe esteve no Embu das Artes para um passeio que virou aula. O que diria Freinet de um passeio-aula?
A cidade, conhecida como grande produtora de artesanato, recebe milhares de turistas todos os finais de semana e apresenta uma variedade de artistas que produzem móveis, brinquedos, tapetes, roupas e outros produtos que encantam os sentidos dos visitantes.
Os professores ficaram deslumbrados com as opções de brinquedos pedagógicos que desafiam e divertem, ao mesmo tempo que permitem interação e interatividade em atividades contextualizadas em sala de aula e em todo o ambiente escolar.
Há muitas opções de presentes para os momentos em família, para a brincadeira de amigo secreto e para sala de aula.
Aproveitamos para desejar a todos um ótimo Natal e um Ano Novo repleto de boas vivências.

Equipe da Editora Brasil Cultural











terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Projeto musical para a coleção de Educação Infantil

A Editora Brasil Cultural realizará um projeto musical para a coleção de Educação Infantil. Serão três volumes que integrarão uma coleção dedicada ao brincar e ao mundo das histórias cantadas. Os compositores, músicos e cantores se reunirão no estúdio Trinca Musical para gravar as canções junto com os criadores do projeto, Leandro Wendel Martins, diretor pedagógico, e Yugo Sano Mani, compositor e musicista da USP. Segundo Leandro, a iniciativa tem por objetivo proporcionar às crianças momentos de apreciação, bagagem cultural e muitas brincadeiras.


Equipe da Editora Brasil Cultural











terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Orientação Vocacional


Nos dias de hoje, é fundamental dar aval ao jovem para que ele possa escolher de modo mais acertado o curso que o tornará um profissional qualificado. Para alcançar os objetivos, é necessário conhecer os diversos aspectos das muitas áreas do conhecimento disponíveis.
Neste contexto, a orientação vocacional surge como uma luz, um elemento norteador para dar suporte e oferecer condições para que a decisão sobre a carreira seja tomada com consciência e embasamento. Para tanto, os testes de orientação vocacional são elaborados com o intuito de suprir as dúvidas e traçar um perfil profissional preciso. Através de questionários e métodos diversos, compõem-se um painel de interesses e, com orientação psicológica adequada, chega-se a um número limitado de opções. Com isso, o jovem passa a ver o futuro profissional com mais clareza. A dúvida da escolha é muito comum e é importante escolher com parcimônia.
Além de tudo, a orientação vocacional surge como uma opção para minimizar as ansiedades e conflitos com os quais os jovens costumam se deparar na vivência desta etapa especial de suas vidas: a da escolha profissional. Neste cenário, o papel do psicólogo, do orientador vocacional, é dos mais importantes. É fundamental que sejam extremamente aptos e tenham visão ampla do mercado de trabalho e, sobretudo, que tenham conhecimento das múltiplas trajetórias que envolvem a escolha profissional.
Diante do exposto, chega-se a conclusão que a orientação vocacional é uma ferramenta útil e relevante, que dá ao jovem o apoio necessário para ingressar com mais segurança e certeza numa carreira profissional. No entanto, é necessário procurar profissionais sérios, compromissados com as diversas nuances profissionais e psicológicas existentes, para cruzar os dados com precisão, oferecendo ao jovem as opções mais adequadas e certeiras.

Prof. João Artur Izzo